Terceira e última parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá no fim de 2011. O sonho do mar engolindo a praia (já sonhou com isso?), o tiozinho maluco que conheci no Morro do Maluf e as praias do Guarujá.
Bônus: gente mala com som do carro no talo
[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (2º dia)
Segunda parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá no fim de 2011. Desabafo sobre a solidão de viajar sozinho e reflexões sobre o culto do corpo “em forma” que vivemos hoje em dia.
[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (1º dia)
Primeira parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá neste fim de ano. Saiba por que raios eu resolvi gravar uma viagem tão supostamente sem sal!
Bônus: uma ideiazinha sobre o método Stanislavski, pra quem é ou quer ser ator
Vlogando
O Naco de Pão ganhou um canal de vídeos no YouTube!
Assim como foi no começo deste blog, eu ainda não sei bem o que vou dizer por lá. Mas provavelmente serão coisas com um teor diferente das que eu coloco aqui. O que já sei é que pretendo fazer dele, entre outras coisas, um espaço para meus vídeos como ator. Vamos ver no que dá!
Comecei com um vídeo de apresentação (que você confere acima) e darei sequência com um diário em vídeo da viagem que acabo de fazer – aguardem!
Melancolia – Uma instalação musical

Há cerca de 3 semanas, fiz uma apresentação no meio do EPA, um evento do Teatro Escola Célia Helena que reúne os vazamentos artísticos dos alunos.
Toquei quatro músicas bem deprê no meio de uma instalação bem bacana que a Bárbara Mazzola compôs comigo. Antecedendo a porta da sala onde toquei (devidamente maquiado numa variação do Pierrot), poemas sobre a Melancolia pendiam do teto.
O público tinha sido convidado a experimentar corporalmente durante as músicas. O resultado foi bem… catártico, eu acho.
Confere aí!
Noite de Lua, do Dilermando Reis:
High Hopes, do Pink Floyd:
Undertow, do Pain of Salvation:
Creep, do Radiohead:
Clipping da semana (hehe)
Nesta semana, apareci duas vezes na mídia falando sobre músicas para games.
Na terça saiu minha entrevista para o programa Garagem 42, da Rádio Universitária Cesumar (RUC) 94,3 FM de Maringá/PR.
Na quarta foi a vez da entrevista que dei por e-mail para o site do concurso Game Music Brasil, do qual estou participando na categoria Melhor Trilha Sonora. Se ainda não votou na minha música, dá tempo! O prazo final é 20/09.
Confiram, compartilhem, comentem!
Game Music Brasil
O trailer aí em cima é do jogo Critical Mass, da Aeria Games e Aquiris Game Studio. A trilha sonora é minha.
Compus essa trilha para o concurso Game Music Brasil, uma belíssima iniciativa da Conexão Cultural para estimular o mercado de video games no Brasil – cheio de potencial e vazio de oportunidades. Eu, que há anos tenho uma chama interior acesa pela música composta para games (em especial por compositores como Nobuo Uematsu e Yasunori Mitsuda), não podia deixar de entrar no concurso.
Se você gostou da minha composição, por favor, use 5 minutos para preencher um breve cadastro no site, fazer o login e votar na música!
E vamos torcer =D
Morte e renascimento (ou: A história de uma demissão)
Dia 0. Chegou. Acho que esta é uma história que vale ser compartilhada.
Há três meses, mais ou menos no dia do meu aniversário, comecei a me perguntar por que eu ainda estava trabalhando no mundo corporativo, com horários que não só vinham prejudicando minha saúde (e minha sanidade), mas também estavam consumindo um tempo precioso para meu estudo de teatro – parte de meu grande objetivo de vida (profissional, ao menos), que é trabalhar com arte.
Depois de muito pensar, percebi que o dinheiro que ganho com meu trabalho “comum” não era motivo o bastante para continuar me privando de perseguir meu sonho. Claro, se eu tivesse uma casa ou uma família para sustentar, este seria um motivo muito significativo, mas não é o caso. Percebi que, se continuasse com o mesmo padrão de pensamento que eu vinha levando (“No dia em que eu trabalhar com arte, tudo vai ser diferente”), eu chegaria aos 50, 60 anos com esse mesmo discurso. E então a chance já teria passado e eu seria mais um senhor de meia-idade dizendo “Oh, como eu me arrependo de não ter seguido a carreira que eu queria!”.
Decidi então que pediria demissão de meu emprego tradicional para me aventurar pelo mundo da arte. Como tenho domínio de boa parte da teoria musical e conheço os meios para desenvolver tecnicamente um indivíduo como guitarrista ou cantor, resolvi me lançar como professor de música. Juntei-me ao meu amigo Victor Camilo para montar um repertório de voz e violão para tocar em bares. Planejei fazer um book e correr atrás de trabalhos para publicidade e curtas-metragens, como ator. Comecei a participar mais ativamente da comunidade de remixes de game music OC Remix para tentar emplacar alguns dos meus arranjos, e quem sabe abrir caminho para entrar no mercado de trilhas sonoras para videogames. E começarei em breve a montar meu próprio site para divulgar tudo isso.
E por três meses fui, aos poucos, lançando as bases para essa “aventura”, esse risco que, com o tempo, foi-se tornando totalmente consciente. Fiz muitos cálculos para saber qual seria o impacto financeiro da minha decisão em meu orçamento, quais cortes eu teria (terei) que fazer, etc.
Segurança? Nenhuma. Mas com a mobilização das minhas energias no sentido de renovar minha própria vida, tudo pareceu começar a se ajeitar para mim antes mesmo de meu pedido oficial de demissão, na última sexta. Um jornal que foi parar por engano em minha casa trazia o anúncio de uma escola que buscava professores de canto bem perto de onde moro, anúncio que por sorte (sorte?) minha mãe acabou vendo e me mostrando. Comecei a dar aulas nessa escola oficialmente no sábado passado.
Há menos de uma semana, me aparece um concurso chamado Game Music Brasil, visando a promover a produção de trilhas de games no Brasil. O prêmio de composição coloca a música do vencedor no jogo Critical Mass, que está sendo produzido por aqui. Evidentemente eu já estou inscrito.
O primeiro ensaio com o Victor foi extremamente produtivo, mesmo com minha voz em estado deplorável (graças a uma alergia). Belos arranjos acústicos surgindo de uma simples jam entre dois amigos.
E, como se não bastasse tudo isso, em breve darei uma entrevista ao programa Garagem 42, da Rádio Cesumar (de Maringá-PR), sobre – adivinhe! – game music. Isso graças a um vídeo que publiquei no YouTube, com minha versão rock para a conhecida música-tema de Chrono Cross.
Grandes fatos aconteceram, estão acontecendo e irão acontecer. Morre um funcionário precavido e nasce um artista em busca de muito trabalho e reconhecimento. O retorno (agora, não apenas financeiro) virá. Agradeço ao universo pela sincronicidade.



