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Arquivos do Autor:Thiago Schiefer

Sobre Thiago Schiefer

Guitarrista, cantor, compositor e aprendiz de ator. Ah, webdesigner e editorador também. E talvez também um observador do cotidiano, um leitor das entrelinhas do mundo e um escritor do nada da vida - o nada que na verdade é muito, e que muito vale, mas que quase ninguém percebe.

Brincando de ilustrador

Ah, até que tá parecido com o Michael Kiske, vai!

Aí vai minha pequena homenagem ao show do Unisonic.

… como desenhista, eu sou um ótimo músico. Hehehe

 
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Publicado por em 20/05/2012 em Arte, Artes plásticas

 

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Dos cuidados que se deve ter com agências de modelo/ator

Há alguns dias, coloquei um post aqui sobre uma certa agência de modelos que tem me dado muita dor de cabeça. Precisei ocultar o post por questões legais, mas permaneço querendo alertar às muitas pessoas que desejam entrar nesse ramo sobre o tipo de problema em que podem entrar caso não conheçam bem o funcionamento deste meio.

A história é a seguinte: em agosto de 2011, fui chamado, após passar por uma “pré-seleção”, a conversar com o booker da agência de modelos em questão. Eu nunca havia trabalhado com publicidade e tinha pouca informação sobre os procedimentos habituais do meio (depois acabei aprendendo bastante no site centraldeatores.wordpress.com). Enfim, nessa conversa, o booker me informou que a agência tinha-se interessado pelo meu perfil e me perguntou se eu possuía material fotográfico. Ao mostrar as fotos que eu tinha, ele disse que eu precisaria fazer um novo book de acordo com meu perfil. “As fotos são o que eu tenho para vender o meu produto, que é o modelo”. Logo atalhou que eu poderia fazer o book por conta própria, conforme me conviesse, mas que a agência poderia conseguir um horário com um fotógrafo conhecido por eles (que “só faz editorial e publicidade, não faz book, a não ser quando a gente pede”) simultâneo ao de uma produtora de moda para cuidar do figurino. As fotos seriam tiradas na própria agência (que, ao menos até então, não tinha um estúdio profissional para fotos) e seriam encaminhadas posteriormente para alguém cuidar do tratamento de imagem. “Mas esse material precisa ser feito rápido”, frisou, porque supostamente a temporada em que eu poderia entrar no mercado começaria em setembro e, depois disso, “só no ano que vem”. O book, com a produção de moda e o tratamento das imagens, saiu pela bagatela de R$ 1000,00 – o que me pareceu, na minha inexperiência, um preço aceitável. Hoje sei que um ótimo book para atores pode sair entre R$ 200,00 e 700,00. Vale dizer que eu já tinha pesquisado o nome da agência na internet e só havia encontrado bons pareceres. O homem falou, ainda, que nenhum dinheiro ficaria com a agência.

A data para tirar as fotos, que a princípio era tão urgente, foi paulatinamente adiada por 1 mês após eu ter efetuado o pagamento – que, aliás, teve que ser feito à vista, “para poder garantir os profissionais envolvidos”. Quando enfim chegou a data das fotos, tudo foi feito em menos de 1 hora, com roupas que me pareciam bastante usadas, e num fundo amarelado, pouco favorável à maior parte dos fotógrafos profissionais. “A gente resolve no Photoshop”. Vale dizer que o booker havia prometido acompanhar o ensaio, mas desapareceu depois que eu efetuei o pagamento, ficando a cargo de outro funcionário da agência fazer a direção.

Duas semanas após a sessão de fotos, fui novamente chamado na agência para pagar pelos composites, pois o produtor para o qual ele dizia acreditar que eu poderia trabalhar tinha “gostado muito das fotos” e iria levá-las para o seu cliente. Foram mais R$ 400,00 que eu, tolo, aceitei pagar por acreditar na reputação da agência e do próprio booker. Não pude ver as fotos nesta ocasião porque, supostamente, meu book estava com o cliente. Aviso: hoje em dia ninguém precisa de composite para fazer publicidade, já que todas as fotos de atores e modelos podem ser enviadas por e-mail, mas eu só aprendi isso depois.

Por volta de outubro, quando ameacei reclamar no Procon (pois ainda não tinha visto uma foto sequer), fiquei sabendo que eles tinham, supostamente, conseguido um trabalho para mim. O book, agora, segundo diziam, estava com o cliente (uma empresa de telefonia cujo nome não podia ser mencionado “por sigilo”), que havia retido todos os materiais fotográficos dos modelos aprovados para o trabalho – coisa que qualquer agência séria jamais permitiria, afinal, o book é a ferramenta que eles usam para vender nosso trabalho para outros clientes. Detalhe: não passei pessoalmente por nenhum teste para fazer o tal trabalho. Aprendi depois que é bastante raro um ator ser escolhido apenas pelas fotos para fazer comerciais, e também sei que esse tipo de sigilo é desnecessário: já fiz vários testes por outras agências e sempre soube de antemão para qual marca seria.

Em dezembro, depois de muita enrolação, disseram que eu não poderia mais fazer o trabalho porque não possuía DRT. Quando perguntei por que não tinham me avisado antes, para que eu pudesse tirar o DRT provisório, a resposta foi “achamos que não ia precisar”. Bastante profissional, não?

Após essa situação ridícula, me enviaram cinco das minhas fotos por e-mail. Todas péssimas, com iluminação de péssima qualidade e a constatação de que o figurino não funcionava em absoluto para meu tipo físico. Na minha ingenuidade, achei que estavam boas, mas ao levar em outras agências fui informado dessas falhas (a má iluminação, por exemplo, prejudicava a percepção da cor do meu cabelo, o que possivelmente é meu maior diferencial).

No dia 9 de MARÇO de 2012, fui tentar buscar meu material na agência – com hora marcada, tendo avisado que iria retirar meu material das mãos deles por não estar (evidentemente) satisfeito com o serviço. Fui novamente enganado: não havia nada na agência, e fui recebido na porta, sem sequer ser convidado a entrar.

Hoje estou em duas outras (ótimas) agências que trabalham exclusivamente com atores (Tribo de Atores e Princípio do Talento), e aprendi os “detalhes” mencionados acima. Então, além deles, dou mais algumas dicas para você que quer entrar nesse mundo cheio de enrolões:

- Se a pessoa quiser te apressar, te levar a fazer um pagamento na hora, sem ter tempo para pensar, desconfie.

- Se houver muito “sigilo” e ninguém souber te informar datas precisas de testes, provas de figurino, nome da empresa, etc., fuja.

- Se receber muitos elogios, do tipo “nós gostamos muito de você” ou “você tem um perfil que nos interessa muito”, acione o seu radar. Ninguém vai te elogiar à toa.

- Peça informações sobre a empresa, como o CNPJ. Agências sérias não terão problema em fornecer dados como esse (e são juridicamente obrigadas a fornecê-los), e eles serão necessários caso você tenha que fazer uma reclamação formal.

Este post pode vir a ser complementado no futuro.

 
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Publicado por em 09/05/2012 em Migalhas (Cotidiano)

 

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Iae, zica da velô!

É! Você mesmo que adora andar a 70, 80, 90 km/h numa via de 60 km/h! Você que gruda seu carro na traseira do carro da frente pra ele te dar passagem! Você que acha que a Av. Interlagos é, na verdade, o Autódromo de Interlagos! Gruda o carro na traseira da…

Você tem noção de que, se eu precisar frear meu carro por qualquer motivo (tipo, sei lá, um cachorro atravessando a rua), você vai entrar direto no meu carro? De que você pode matar, no mínimo, a mim e a si mesmo? De que você pode provocar um engavetamento? De que, se você não tiver seguro, vai mergulhar na maior dívida da sua vida (caso você sobreviva) pra arrumar o estrago?

E tudo isso pra quê? Pra chegar uns 2 minutos mais cedo no seu destino? Super vale o risco, hein!

Quer passar? Buzina, dá luz alta, mas não me obrigue a desrespeitar a lei junto com você e não coloque a minha vida em risco. Nem a dos outros. Se sua própria vida não vale seu cuidado (e dois minutos de atraso), o problema é só seu.

 
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Publicado por em 26/04/2012 em Migalhas (Cotidiano)

 

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[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (3º dia)

Terceira e última parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá no fim de 2011. O sonho do mar engolindo a praia (já sonhou com isso?), o tiozinho maluco que conheci no Morro do Maluf e as praias do Guarujá.
Bônus: gente mala com som do carro no talo

 
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Publicado por em 27/01/2012 em Migalhas (Cotidiano), Vlog

 

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[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (2º dia)

Segunda parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá no fim de 2011. Desabafo sobre a solidão de viajar sozinho e reflexões sobre o culto do corpo “em forma” que vivemos hoje em dia.

 

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[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (1º dia)

Primeira parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá neste fim de ano. Saiba por que raios eu resolvi gravar uma viagem tão supostamente sem sal!
Bônus: uma ideiazinha sobre o método Stanislavski, pra quem é ou quer ser ator

 
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Publicado por em 03/01/2012 em Arte, Multimídia, Teatro, Vlog

 

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Vlogando

O Naco de Pão ganhou um canal de vídeos no YouTube!

Assim como foi no começo deste blog, eu ainda não sei bem o que vou dizer por lá. Mas provavelmente serão coisas com um teor diferente das que eu coloco aqui. O que já sei é que pretendo fazer dele, entre outras coisas, um espaço para meus vídeos como ator. Vamos ver no que dá!

Comecei com um vídeo de apresentação (que você confere acima) e darei sequência com um diário em vídeo da viagem que acabo de fazer – aguardem!

 
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Publicado por em 31/12/2011 em Arte, Multimídia

 

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Melancolia – Uma instalação musical

Flyer de Melancolia - Uma instalação musical
Há cerca de 3 semanas, fiz uma apresentação no meio do EPA, um evento do Teatro Escola Célia Helena que reúne os vazamentos artísticos dos alunos.

Toquei quatro músicas bem deprê no meio de uma instalação bem bacana que a Bárbara Mazzola compôs comigo. Antecedendo a porta da sala onde toquei (devidamente maquiado numa variação do Pierrot), poemas sobre a Melancolia pendiam do teto.

O público tinha sido convidado a experimentar corporalmente durante as músicas. O resultado foi bem… catártico, eu acho.

Confere aí!

Noite de Lua, do Dilermando Reis:

High Hopes, do Pink Floyd:

Undertow, do Pain of Salvation:

Creep, do Radiohead:

 
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Publicado por em 04/11/2011 em Arte, Música, Multimídia, Teatro

 

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Clipping da semana (hehe)

Nesta semana, apareci duas vezes na mídia falando sobre músicas para games.

Na terça saiu minha entrevista para o programa Garagem 42, da Rádio Universitária Cesumar (RUC) 94,3 FM de Maringá/PR.

Na quarta foi a vez da entrevista que dei por e-mail para o site do concurso Game Music Brasil, do qual estou participando na categoria Melhor Trilha Sonora. Se ainda não votou na minha música, dá tempo! O prazo final é 20/09.

Confiram, compartilhem, comentem!

 
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Publicado por em 16/09/2011 em Games, Música

 

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Game Music Brasil

O trailer aí em cima é do jogo Critical Mass, da Aeria Games e Aquiris Game Studio. A trilha sonora é minha.

Compus essa trilha para o concurso Game Music Brasil, uma belíssima iniciativa da Conexão Cultural para estimular o mercado de video games no Brasil – cheio de potencial e vazio de oportunidades. Eu, que há anos tenho uma chama interior acesa pela música composta para games (em especial por compositores como Nobuo Uematsu e Yasunori Mitsuda), não podia deixar de entrar no concurso.

Se você gostou da minha composição, por favor, use 5 minutos para preencher um breve cadastro no site, fazer o login e votar na música!

E vamos torcer =D

 
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Publicado por em 17/08/2011 em Arte, Games, Música

 

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