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Arquivo da categoria: Multimídia

Áudio, vídeo, foto – feito por mim ou vindo de algum lugar que acho interessante

[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (3º dia)

Terceira e última parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá no fim de 2011. O sonho do mar engolindo a praia (já sonhou com isso?), o tiozinho maluco que conheci no Morro do Maluf e as praias do Guarujá.
Bônus: gente mala com som do carro no talo

 
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Publicado por em 27/01/2012 em Migalhas (Cotidiano), Vlog

 

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[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (2º dia)

Segunda parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá no fim de 2011. Desabafo sobre a solidão de viajar sozinho e reflexões sobre o culto do corpo “em forma” que vivemos hoje em dia.

 

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[Vlog] Diário de viagem #1 – Guarujá Forever Alone (1º dia)

Primeira parte do diário que gravei na minha viagem para o Guarujá neste fim de ano. Saiba por que raios eu resolvi gravar uma viagem tão supostamente sem sal!
Bônus: uma ideiazinha sobre o método Stanislavski, pra quem é ou quer ser ator

 
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Publicado por em 03/01/2012 em Arte, Multimídia, Teatro, Vlog

 

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Vlogando

O Naco de Pão ganhou um canal de vídeos no YouTube!

Assim como foi no começo deste blog, eu ainda não sei bem o que vou dizer por lá. Mas provavelmente serão coisas com um teor diferente das que eu coloco aqui. O que já sei é que pretendo fazer dele, entre outras coisas, um espaço para meus vídeos como ator. Vamos ver no que dá!

Comecei com um vídeo de apresentação (que você confere acima) e darei sequência com um diário em vídeo da viagem que acabo de fazer – aguardem!

 
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Publicado por em 31/12/2011 em Arte, Multimídia

 

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Melancolia – Uma instalação musical

Flyer de Melancolia - Uma instalação musical
Há cerca de 3 semanas, fiz uma apresentação no meio do EPA, um evento do Teatro Escola Célia Helena que reúne os vazamentos artísticos dos alunos.

Toquei quatro músicas bem deprê no meio de uma instalação bem bacana que a Bárbara Mazzola compôs comigo. Antecedendo a porta da sala onde toquei (devidamente maquiado numa variação do Pierrot), poemas sobre a Melancolia pendiam do teto.

O público tinha sido convidado a experimentar corporalmente durante as músicas. O resultado foi bem… catártico, eu acho.

Confere aí!

Noite de Lua, do Dilermando Reis:

High Hopes, do Pink Floyd:

Undertow, do Pain of Salvation:

Creep, do Radiohead:

 
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Publicado por em 04/11/2011 em Arte, Música, Multimídia, Teatro

 

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Armando Penteado*, o intelectual

Armando estava em sua casa, relaxando, lendo um belo livro, até que inesperadamente toca a campainha de seu apartamento.


Este é o primeiro episódio da série O Intelectual, que você poderá acompanhar pelo canal da Qualquer Vídeo Produções no Youtube.

*Armando Penteado é um personagem de ficção e não faz qualquer alusão a uma pessoa real. Qualquer semelhança é mera coincidência

 
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Publicado por em 06/09/2010 em Besteiras, Multimídia

 

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A Origem (Inception)

Christopher Nolan é o cara. Foi com esta ideia que eu saí do cinema após assistir a seu último filme, “A Origem”, com Leonardo DiCaprio, Ellen Page e outros (incluindo Michael Caine, que faz breves aparições).

Minha ideia não vem de agora. Depois de assistir a “Amnésia” (“Memento” no original) e aos dois últimos filmes do Batman, verdadeiras obras-primas em minha humilde visão sobre cinema, já creditava um imenso respeito ao diretor anglo-americano pela habilidade em colocar no circuito mainstream filmes com bastante profundidade e com formatos diferentes – acredito que sua versão do homem morcego merece os maiores elogios, pois tirou aquela aura ultrafantástica típica dos filmes de super-heróis para transforma-lo num ser humano palpável, real.

[AVISO: se você gosta de apreender tudo sobre um filme enquanto o assiste, sem nenhum conhecimento prévio, não leia o texto abaixo. Não chega a ser um spoiler, mas explica sua lógica de raciocínio]

Inception PosterA lógica do filme foi o que mais me surpreendeu. “A Origem” parte do pressuposto de que a maneira mais fácil e precisa de extrair uma informação da mente de alguém é através dos sonhos, dado que o sono é o estado mais vulnerável em que uma pessoa pode estar. Para que seja possível a alguém extrair tais informações, há um equipamento que permite o compartilhamento de um mesmo sonho, chamado dream-share. Duas figuras no sonho são importantes: o sonhador, o primeiro a dormir, que é responsável por criar o “cenário” onde o sonho se passará; e o sujeito (subject no original), pessoa da qual se deseja extrair a informação, que preenche o sonho com suas referências (basicamente população e informações). Os demais apenas devem interagir com o que é dado – conseguem, sim, criar algo mais, mas se a “realidade” do sonho for demasiadamente modificada por agentes externos – ou seja, qualquer um que não seja o sujeito -, sua consciência percebe tratar-se de um sonho e se defende através das pessoas com as quais povoou o cenário, que agem como anticorpos, atacando o que lhes parece estranho. A morte de alguém no mundo do sonho faz com que esta pessoa acorde, assim como  sensação de queda. A premissa de uma existência num mundo paralelo altamente “editável” (no caso, o sonho) lembra bastante “Matrix”, mas graças ao sistema de anticorpos do sujeito não existe toda a liberdade de criação e manipulação desta realidade alternativa como havia no filme de Andy e Lana Wachowski.

Assim como na vida real, no entanto, aqui é possível “encadear” sonhos. Isso quer dizer que é possível ter um sonho dentro de um sonho, ou, em outras palavras, sonhar que está sonhando; e essa é a grande sacada estrutural do filme, que torna a apresentação menos linear: temos uma realidade dentro de outra realidade dentro de outra realidade…

“A Origem” é, enfim, uma excelente obra cinematográfica, surpreendentemente inteligente para os padrões que geralmente vemos no Cinemark – nada contra filmes como O Homem de Ferro ou comédias românticas açucaradas, que simplesmente têm outra proposta. A sensação de sair da sala de cinema tentando voltar à realidade física faz cada centavo do ingresso valer a pena.

Se bater aquela curiosidade de ver o filme e você não puder sair de casa agora para isso, pode ter um tiragosto e ir se acostumando com essa lógica tão caprichada lendo o prelúdio ao filme, apresentado como uma história em quadrinhos, em seu próprio site.

 
 

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O que vamos comer hoje?

Quatro amigos conversam e decidem comer sushi juntos. Mas uma piada ruim faz com que tudo mude. Muito.

 
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Publicado por em 11/07/2010 em Besteiras, Multimídia

 

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Scars of Time, versão porrada

Chrono Cross foi um jogo de videogame desenvolvido pela Squaresoft (hoje Square-Enix) em 1999/2000 para o Playstation, como sequência para um dos mais conhecidos RPGs da empresa, Chrono Trigger. Não chega nem aos pés de seu antecessor na maioria dos aspectos, em minha humilde opinião, mas em trilha sonora merece seu destaque.

A faixa de abertura, originalmente, tem fortes influências celtas e passa longe da pegada jazz/fusion meio épica, meio futurista característica da trilha de Chrono Trigger. Mas sempre senti que ela tinha vocação para heavy metal, então fiz-lhe uma versão mais “temperada”, puxada na distorção, que você pode conferir acima.

Se gostar, pode entreter-se também o que fiz com três temas de Chrono Trigger há algum tempo, na mesma linha:

 
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Publicado por em 24/04/2010 em Arte, Música, Multimídia

 

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Glee e o artificialismo norte-americano

GleeEstou assistindo quase diariamente à série Glee, da Fox, e pra mim é um programa bem legal pra matar o tempo. Mas fico chateado ao ver o nível de artificialismo que permeia praticamente todas as cenas musicadas.

Não estou nem falando das danças extremamente bem coreografadas que os personagens fazem “de improviso”, nem de como eles sempre sabem o acompanhamento pra esta ou aquela canção que foi sugerida na hora – dá pra justificar tais momentos pela estética, simplesmente porque não queremos ver os caras dançando mal na TV e nem precisamos de grandes justificativas para seu imenso repertório de acompanhamentos. O que mais me incomoda, na verdade, é o abuso de um programinha chamado Auto-tune.

Pra quem não teve paciência ou vontade de ler a definição da Wikipédia: Auto-tune é um software usado em estúdios de gravação para corrigir a afinação da voz (e em alguns casos, adicionar o famoso “efeito Cher“). Nada contra este efeito quando ele é utilizado intencionalmente, provocando uma mudança precisa e inumana na afinação das notas vocais. O problema é quando o efeito não é desejado, mas surge por desleixo, pela má utilização do software.

Aí vem algum fã de Journey e fala que os atores cantam mal mesmo, e por isso o Auto-tune é necessário, e que Glee é um lixo e está destruindo boas canções. Esses nunca viram os atores cantando fora do seriado, portanto não sabem quão bons eles são. E sim, eles são realmente bons (pra provar: Matthew Morrison, que faz o Will, e Jenna Ushkowitz, que faz a Tina, cantando sem nenhum auxílio digital; tem mais vídeos no fim do post).

Entra aqui minha grande questão: se os caras são bons, cantam pra caramba e tudo o mais, por que raios “reafinar” a voz deles nas gravações? E ainda por cima fazê-lo de maneira tão malfeita? Como alguém que já utilizou o software algumas vezes, eu posso dizer que não é tão difícil assim fazê-lo soar razoavelmente natural. Não é algo que gastaria “um tempo que eles não têm”. E honestamente, eu preferiria ouvir vozes levemente desafinadas aqui ou ali do que aquele show de digitalização e artificialismo.

Acho que os norte-americanos têm medo de ser naturais em certas artes. A cultura musical deles se tornou, em grande parte, tão industrializada, padronizada e fabricada que eles têm medo de, nessas grandes produções, despejar em nossos ouvidos pessoas de verdade cantando com vozes de verdade, porque… vai que perdem público por sair do molde? Vai que o norte-americano médio começa a perceber que tem algo de errado com a voz da Britney Spears? Pelo menos a Broadway ainda não sofre desse mal…

Segue abaixo uma listinha de vídeos dos atores cantando sem computador… aproveite pra deixar sua opinião sobre as vozes deles nestes vídeos e no seriado :)

Lea Michele, a Rachel, cantando Spring Awakening:

Matthew Morrison, o Sr. Shuester, cantando Les Miserables:

Amber Riley, a Mercedes, mandando uma música de Chaka Khan:

Kevin McHale, o Artie, cantando Let It Be dos Beatles depois de alguma enrolação (e sim, ele anda):

 
 

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